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Valdivia, Fernando Prass, Jailson, Dracena… Alexandre Mattos revive fase no Palmeiras e explica cada caso

Diretor de futebol concedeu entrevista ao canal “Amici 1914”, no YouTube, nesta semana

Foto: Divulgação/Palmeiras

Em entrevista concedida ao canal “Amici 1914”, no YouTube, nesta semana, o diretor de futebol Alexandre Mattos, que deixou recentemente o Atlético-MG, reviveu momentos importantes de sua gestão no Palmeiras e explicou individualmente o caso de alguns jogadores como Valdivia, Fernando Prass, Jailson e Edu Dracena.

Com Valdivia, ele trabalhou apenas no início de 2015 e se disse favorável à sua permanência, o que não aconteceu. Depois, garantiu não ter tido responsabilidade direta na saída de Fernando Prass e ainda falou sobre Jailson e Edu Dracena – veja as principais aspas.

Valdivia: “Trabalhei com o Valdívia cinco meses, como jogador, talvez tecnicamente o melhor com quem eu trabalhei. Paulo Nobre me procurou e eu disse que por mim ele ficaria. Inclusive porque era muito bom pro grupo. Não tive problema nenhum com o Valdívia, talvez uma vez ou outra que chamei na sala, mas nada. O que o Paulo Nobre me autorizou eu passei para o pai dele”

Renovações com Fernando Prass e Edu Dracena: “Em 2018 ficou definido por todos que não iriam renovar o Edu Dracena e o Prass. Ganhamos o título lá em São Januário e no jogo seguinte, o jogo da faixa contra o vitória no Allianz Parque, o Fernando Prass procurou o Felipão falando que queria ficar. O Felipão foi na minha sala e falou ‘Alê, nós definimos não renovar, só que eu conversei com o Prass. Vamos renovar com ele e com o Dracena? Eles vão me ajudar, nós vamos começar a colocar os meninos, o Weverton ainda não está 100%…’. Eu falei com o presidente, o Maurício concordou, autorizou e a gente renovou. Já estava definido pelo Palmeiras. Eu saí do Palmeiras no dia 3 de dezembro, o contrato do Fernando Prass acabava no dia 31 de dezembro. O que eu, já fora do Palmeiras, tenho a ver? Eu não sei. Quem é campeão da Libertadores como executivo do Palmeiras? O Anderson Barros. Eu não participei das escolhas de 2020. Tinha pessoas capacitadas lá dentro do clube para renovar ou não o contrato do Prass. Eu não estava lá para falar com o Prass a minha visão”

Situação de Jailson: “Eu falei com os empresários do Prass, Edu Dracena e Jailson que nós iríamos renovar os contratos ano a ano. O Prass entrou na minha sala uns dez dias antes de eu ser mandado embora perguntando sobre a situação do Jailson. Eu disse a ele que a situação do Jailson era igual, com um detalhe que eu não disse a ele, e esse foi meu único erro com ele. Eu achei que não deveria falar porque era o contrato do Jailson. O Jailson, no meio do ano, o empresário dele pressionou bastante para fazer já uma renovação porque a esposa dele queria engravidar. Eu disse a ele para tranquilizar o Jailson ‘a gente faz o contrato e você mostra pra ele, mas essa assinatura do contrato, se no final do ano a gente concordar, a gente renova ou senão eu rasgo esse contrato’. Eu saí 28 dias antes de acabar o contrato do Prass. Se quisessem renovar contrato dele, tinham renovado. Se quisessem renovar por cinco meses ou colocá-lo de gestor como eu coloquei o Dracena… isso não me cabia mais. Eu não estava mais no Palmeiras para assumir isso”

 

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