Presidente do Palmeiras sobre a final do Paulistão: “O assunto está muito vivo”

O assunto está muito vivo. Ficou claro para o Palmeiras que tanto Federação Paulista quanto Tribunal de Justiça Desportiva usaram todos subterfúgios processuais para não julgar o caso. O Palmeiras fez um trabalho muito profundo, temos muitas provas e contradições que em nenhum momento foram julgadas. Nosso processo foi engavetado em sete dias. Primeiro disseram que perdemos o prazo e não perdemos, depois disseram que tinham taxas e não tem nenhum tipo de taxa. O que fizeram ali foi um arbitro de vídeo particular para uma jogada. Não aceitamos isso”, explicou o mandatário do Verdão.

Vale lembrar que o clube chegou a contratar uma empresa multinacional de investigação para apurar melhor o caso. A empresa encontrou imagens de um membro da Federação Paulista com um celular na mão na beira do campo quando Dudu se preparava para cobrar o pênalti assinalado pelo árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, que voltou atrás e anulou a penalidade mais de cinco minutos depois de muita confusão.

Não aceitamos que pisem na camisa do Palmeiras, nem FPF, nem TJD, nem ninguém. Nosso compromisso é com o torcedor palmeirense, com a nossa história. Vamos defender isso custe o que custar. Nosso próximo passo é o processo no STJD, vamos solicitar que a Justiça seja feita porque claramente houve um erro de direito. Não podemos deixar como está”, garantiu Galiotte.

Por causa da polêmica, o Palmeiras rompeu relações com a Federação Paulista e boicotou a festa de encerramento da competição, onde o clube foi o mais premiado.

Gustavo

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