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Pelo Twitter, cronista do Flu em projeto faz graves denúncias sobre bastidores

Alvos principais são o ex-vice de projetos especiais Pedro Antônio e antecessor de Pedro Abad, Peter Siemsen

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Um conjunto de graves denúncias promete agitar ainda mais os bastidores do Fluminense. Através de sua conta pessoal no Twitter, Gabriela Sagulo, cronista da agremiação no projeto Bendito Seja o Futebol e sócia do clube carioca, postou que o Tricolor vem sendo vítima de atitudes, no mínimo, irresponsáveis por parte dos atuais e antigos dirigentes. Os principais alvos da revolta da jornalista são Pedro Antônio, ex-vice de projetos gerais, e Peter Siemsen, antecessor imediato do atual presidente da equipe das Laranjeiras, Pedro Abad.

Inicialmente, Gabriela relatou sobre um possível esquema de favorecimento particular no grupo responsável pela administração do Sócio-Futebol.

“Vamos lá: a chefe do Sócio Futebol colocou a irmã e a melhor amiga como coordenadoras do atendimento. Uma delas, nem graduação tinha (nem em andamento) muito menos em comunicação. O clube recebia muita reclamação dela porque é uma grossa, que não atendia ninguém direito”, escreveu.

Logo após, a jornalista moveu sua bateria para Pedro Antônio, citando o momento em que ele assumiu a pasta de projetos especiais.

“Quando o gerente de arenas saiu, o PA (Pedro Antônio) assumiu. Viu que era uma mamata trabalhar nos jogos no Maraca: 100 reais por jogo pra cada um pra trabalhar 3 horas. Ele determinou que chegassem mais cedo e fez ajustes (acertados). A panela do SF (Sócio-Futebol) + mkt (Marketing) fizeram de tudo até Peter tirar ele”, escreveu, complementando.

“Em um episódio que muitos viram no Maracanã, às 14h45, PA pediu pra uma funcionária checar um optin de um sócio. Ela perguntou grosseiramente: ‘já deu 15h por acaso?’. Na hora, o PA demitiu ela. A chefe implorou e conseguiu reverter. Um barraco na frente de vários torcedores”.

Nem mesmo a Frescatto fugiu da baila. De acordo com Gabriela, jogadores e comissão técnica, frequentemente, recebiam agrados da empresa de gêneros alimentícios, que, até pouco tempo, era uma das patrocinadores do Fluminense.

“A Frescatto fazia evento para as famílias dos jogadores no Bar dos Guerreiros. Comida e bebidas liberadas. O clube, apesar de eu ter questionado, nunca pensou em abrir pra sócios, nem que fosse pagando. Nunca me disseram que era proibido mas os envolvidos tentavam esconder de toda forma: chefes, coordenadores (as) se envolviam com estagiários. Chefes se envolviam com pessoas casadas da diretoria”, denunciou.

Até ações de marketing junto aos torcedores em dia de jogos foi vítima de denúncia de Gabriela Sagulo.

“Através de um funcionário da CSM, fiquei sabendo que a empresa não conseguia desenvolver um projeto decente porque a diretoria do Fluminense é extremamente engessada e vetava tudo. Exemplo: ação de torcedores no vestiário – antes dos jogadores chegarem até. A ação do chute no meio de campo era fraudada. Eu vi uma estagiária do mkt colocando o irmão de sócio numa sexta pra ele participar e cancelando na segunda-feira. Eu tinha acesso ao sistema e fazia carteirinhas. Nunca foi sorteio como era anunciado na época, era escolha do marketing”, escreveu.

Gabriela ainda denunciou um fato ocorrido em um recente vexame do Fluminense na Copa do Brasil.

“Já que eu tô falando demais mesmo, lá vai: como muitos imaginam ou sabem, o jogo contra o América foi entrega, acordado entre jogadores, comissão e diretoria. Primeiro tempo, 2×1 e Fred saiu no intervalo. No dia seguinte, ele disse que ia sair, mas voltou atrás”, disse a jornalista, lembrando a derrota de 5 a 2 para o time potiguar e a eliminação no torneio.

Ainda falando sobre Fred, Gabriela disse que tinha uma informação da saída do centroavante, mas, por falta de provas, optou por não a tornar público.

Por: Maximilian Pimenta

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