Para jornalista, Libertadores deve ser mais valorizada que o Mundial de Clubes

Segundo Mauro Cezar Pereira, torneio da FIFA é de cunho político

Sempre contundente nas suas opiniões, Mauro Cezar Pereira deu, nesta segunda-feira, o seu parecer sobre o Mundial de Clubes. Segundo o jornalista, o torneio é de cunho político e os sul-americanos, assim como fazem os europeus com a UEFA Champions League, deveriam valorizar mais a Taça Libertadores da América.

“O Mundial é um torneio que tem um número de vagas para os continentes, vaga para a Oceania, é tudo muito político. Esse torneio de hoje é questionável como competição esportiva, por isso acho que a Libertadores é que tem um peso importante para os times da América do Sul. Porque é nossa realidade, são os times que podem se enfrentar realmente em igualdade mínima de condições”, disse o comentarista da ESPN Brasil e blogueiro do Uol Esporte.

O primeiro Mundial de Clubes, organizado diretamente pela FIFA, foi o de 2000. Sediado no Brasil, o Corinthians, em uma final contra o Vasco, no Maracanã, acabou levando a taça. Depois daquela edição, o torneio retornou somente em 2005 e, de lá para cá, seja no japão, seja nos Emirados Árabes, ele vem sendo disputado com ampla vantagem dos europeus. Os sul-americanos, além de 2000, venceram em 2005, 2006 e 2012, todas, curiosamente, conquistas de times brasileiro: São Paulo, Internacional e Corinthians, respectivamente.

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