Mesmo se vencer ações, Flu está ameaçado de tomar calote de Dryworld e Valle Express

Empresas abriram processo de falência e podem não dispor de capital para ressarcir o Tricolro

Na justiça, o Fluminense busca receber aproximadamente R$ 58 milhõespor conta dos rompimentos dos contratos com a fornecedora de material esportivo canadense Dryworld e a empresa de cartões de crédito Valle Express, mas, segundo matéria do portal Net Flu, mesmo que vença, o Tricolor corre o sério risco de sofrer um calote financeiro.

Tanto a Dryworld quanto a Valle Express, que chegaram durante os sete anos de gestão Flusócio (a primeira nas mãos do então presidente Peter Siemsen e a segunda pelo seu sucessor, Pedro Abad), estão em processo de falência e, dificilmente, terão capital necessário para ressarcir o clube das Laranjeiras ao final dos processos.

O Fluminense encerrou a parceria com a Dryworld por conta de uma pendência de R$ 12 milhões. O clube também alega um déficit na distribuição de material esportivo. Já a briga com a Valle Express é por conta de um não-repasse de R$ 8,8 milhões, proveniente de quatro parcelas em atraso dos vencimentos da ex-patrocinadora, além da multa pelo não cumprimento do acordo de patrocínio. Nos bastidores da sede do clube, existe um temor de que não haja o pagamento em caso de vitória tricolor nos tribunais. Os dois casos devem ter alguma solução em fevereiro ou março.

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