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Liminar é cassada e Flu volta a correr o risco de sair do Ato Trabalhista

Tricolor tem duas semanas para pagar quase R$ 2 milhões

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Nessa semana, a desembargadora Mery Bucker Caminha, da Coordenadoria de Apoio à Execução do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região (TRT-1), derrubou a decisão, concedida no meio do ano, a qual suspendia metade do valor mensal do pagamento do Ato Trabalhista pelo Fluminense por conta da pandemia do novo coronavírus.

Dessa forma, caso o Tricolor, em um prazo de 15 dias, não pague R$ 1,8 milhão, corre o risco de deixar o benefício. Ainda cabe recurso por parte da diretoria.

O Ato Trabalhista consiste em um parcelamento para quitar dívidas de ex-jogadores e ex-funcionários dos clubes de futebol no TRT1. O Fluminense ingressou no projeto em novembro de 2011, ainda durante a gestão com Peter Siemsen. Na época, a dívida ultrapassava os R$ 120 milhões.

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