Liminar a ex-presidente e nova ameaça de penhora agitam jurídico do Fluminense

Dentro de campo, Tricolor praticamente se garantiu na Série A do Brasileirão

Mais dois casos agitaram o jurídico do Fluminense. No final da noite da última quinta, o ex-presidente do clube, Peter Siemsen, obteve uma liminar, suspendendo a próxima reunião do Conselho Deliberativo desta sexta-feira, quando seria votada a reabertura das contas do seu último ano de mandato.

Peter foi mandatário do Fluminense de 2011 a 2013 e, posteriormente, 2014 a 2016. Ao longo desse período, o Tricolor conquistou o Campeonato Brasileiro de 2012 e a Copa da Primeira Liga de 2016. Em contrapartida, foi, durante a sua gestão, o fim da parceria com a empresa médica Unimed e, conseuqentemente, o início da grave crise financeira pela qual atravessa o clube das Laranjeiras.

Além da briga pela reabertura das contas do ex-presidente, o jurídico do Flu terá que se preocupar com mais um imbróglio. Também na quinta, o clube sofreu mais uma derrota em processo movido pelo Grêmio, que cobra uma dívida desde 2013, da época de Clube dos 13. O Tricolor das Laranjeiras ainda tentou um Agrado de Instrumento para a segunda instância e voltou a perder. Assim, corre o risco de ter penhorada uma quantia de R$ 3.146.496,12.

Enquanto isso, dentro de campo, o horizonte parece clarear para a agremiação verde, branco e grená. Depois de vencer o Palmeiras por 1 a 0 na noite de quinta, diante de mais de 30 mil presentes ao Maracanã, mesmo debaixo de chuva, o Fluminense, 15º colocado, alcançou os 41 pontos e praticamente se livrou de ameaça de rebaixamento para a Série B no Campeonato Brasileiro. A garantia de permanência pode acontecer no confronto de domingo, às 16 horas (de Brasília), no estádio da Ressacada, em Florianópolis, diante do Avaí.

 

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