Felipão fala sobre a vitória diante do Cerro, sobre Borja e o espírito do time

Felipão começa coletiva:

– O que eu tenho dito e o que a maioria dos técnicos dizem, quando se começa no clube e uma competição e gosta do seu trabalho fica ansioso, preocupado, caminha mais e não tem aquela descontração, embora tenha afinidade com o Palmeiras. Tem o frio na barriga, é sempre angustiante antes do jogo. No decorrer do jogo é mais tranquilo.

Felipão sobre Borja:

– Nas vezes anteriores o Palmeiras tinha Oséas quando foi campeão, no Criciuma tínhamos o Soárez, então são centroavantes que estão com aquela presença;. O Borja é um jogador que roda mais, não fica fixo, e nem queremos que ele fique parado, porque não é uma característica dele. Eu tinha o Alan, na China e apreendi a trabalhar. A equipe tem que trabalhar para o Borja como fez e tem que sair da área porque é bom nessa jogada. Temos o Deyverson que joga na área, o Wililian, mas esse não é centroavante. Vamos colocar um 9 que vai ajudar nos jogos.

Felipão sobre espírito da equipe:

– Eu quero dizer que o espírito de Libertadores estava impregnado no trabalho de Roger. Ele ganhou os três jogos fora de casa. Mas percebemos que a equipe estava organizado e com um espirito muito forte, mas já vinha do Roger. Hoje o Felipe fez um jogo excepcional. É o espírito que sempre teve, um estilo gaúcho. Vamos tentar ter um espírito guerreiro, mas com qualidade.

Felipão sobre Cerro e possibilidade de dirigir a seleção do Paraguai:

– Queria dizer que não existe diferença do Palmeiras para o Cerro. O Palmeiras foi o primeiro no ranking e o Cerro o quarto. São equipes muito equilibradas, o que muda é o jeito de jogar. O 2 a 0 é um bom resultado, mas temos que ter pés no chão e saber que o Cerro pode reverter lá sim. Sobre o Paraguai eu tive em contato com o presidente sim. Meu procurador conversou muito com ele. Eu estava negociando como eu viria, com quem viria e de que forma eu faria o trabalho aqui, mas como eu estava em Lisboa e tive a proposta do Palmeiras, conversamos e é uma casa que tenho apreço e optei por ficar no Palmeiras. O Palmeiras é uma cassa que me dá qualidade, para minha família. Agradeço ao presidente da Federação, desejo toda sorte, conversei com o Arce e que fique para um a próxima. Quem sabe um dia podemos trabalhar juntos.

Ainda sobre Seleção Paraguaia

– Provavelmente. Dois dias depois nós teríamos uma conversa definitiva. Ou eu iria até São Paulo ou o Robert iria até Lisboa para ser definitivo. Mas apareceu o Palmeiras e começamos a pensar e poderia ser o que eu queria e ficou para uma próxima oportunidade.

Felipão fala do jogo:

– No primeiro tempo tivemos muito mais dificuldade que no segundo. Imaginamos algumas coisas e no imaginário do treino e do jogo foi deferente. No primeiro tempo não criamos e no segundo tempo criamos mais. Às vezes pensamos, treinamos e não sai da forma que achamos.

 

 

 

 

 

Gustavo

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