Estatuto, COF, negociações e reeleição: Galiotte fala sobre a política do Palmeiras

Com a reportagem de Felipe Zito do Globo Esporte

Vivendo os últimos meses do seu primeiro mandato, o presidente Maurício Galiotte conversou com a reportagem do GloboEsporte.com no hotel que hospeda a delegação na Cidade do Panamá e rejeitou a ideia de qualquer polêmica por causa dos aditivos no contrato com a Crefisa, que fez o clube reconhecer uma dívida pelo o que foi investido em reforços pela empresa.

– Pagamos na minha gestão mais de R$ 160 milhões entre bancos, fundos e ações na Justiça. Eu não vejo problema pagar os R$ 120 milhões, até porque nunca tive os ativos das dívidas que pagamos e hoje temos, que são os jogadores. Não entendo como temerária essa situação – explicou o dirigente, que vai propor a criação de um fundo para pagamento da dívida.

De um perfil mais reservado em relação ao futebol, mas sempre presente em viagens, jogos e na Academia, Galiotte se mantém muito presente no dia a dia do clube social. Tanto que é uma figura conhecida dos associados e é sempre visto nas alamedas palmeirenses, rotina conhecida antes mesmo de virar vice.

Na primeira eleição de Paulo Nobre, em 2013, ele foi eleito para ser o primeiro vice, algo que se repetiu em 2015. Depois de dois anos de grande ascensão do clube, o atual presidente foi eleito em 2017, em uma disputa que contou com uma chapa única.

Gustavo

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