Campeão do mundo em 1970 irá torcer por eliminação do Brasil

Além do talento com a bola nos pés, Paulo Cézar Caju também é reconhecido pela sinceridade nas declarações. EM entrevista concedida ao jornal O Tempo, o ex-meia de Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Corinthians, Grêmio e Oympique de Marselha (França) e integrante do grupo que, em 1970, conquistou o tricampeonato mundial, reafirmou a sua torcida contra a Seleção Brasileira na partida desta sexta-feira, às 15h (de Brasília), na Arena Kazan, diante da Bélgica, válida pelas quartas-de-final da Copa do Mundo de 2018, na Rússia.
“Não estou nem aí para a seleção, queria que acabasse tudo, que explodissem o Brasil. Estou torcendo para a Bélgica. Gosto de futebol leve, solto, limpo. A Bélgica tem jogadores talentosos que amadurecem a cada Copa. Não gosto de força, gosto da caneta, de balãozinho”, disse PC Caju, que também criticou a postura dos atuais jogadores do futebol brasileiro.
“São um bando de alienados. Você vê esses caras assumirem alguma posição? Nem com relação à corrupção na CBF. Se jogasse hoje, ia tentar convencer os companheiros a não atuarem pela seleção quanto os casos de corrupção não estivessem resolvidos”, disse o antigo apoiador sem deixar a sua ‘metralhadora giratória’ para o técnico da Seleção.
“O Tite é um pastor chato. Não suporto esse cara, estou de saco cheio dele, da escola gaúcha de Mano Menezes, Celso Roth, Dunga… Eles fizeram muito mal ao futebol brasileiro e, por causa de essa (escola) gaúcha, não temos mais um diferencial”, encerrou.
Se eliminar a Bélgica, o Brasil enfrenta, nas semifinais, a França que, com gols de Varane e Griezman, garantiiu a sua vaga ao derrotar o Uruguai por 2 a 0.

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