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Após Rafinha se dizer vítima de “guerra política”, dirigente do Flamengo dá a sua versão da polêmica

Vice de relações externas Luiz Eduardo Baptista, o BAP, falou das questões financeiras do clube

Foto: Divulgação/Flamengo

A longa novela Rafinha e Flamengo teve um capítulo final nesta semana. Um dia depois do clube soltar nota oficial informando a desistência na contratação por questões preponderantemente financeiras, o jogador veio a público em entrevista ao Seleção SporTV se dizer vítima de uma “guerra política” interna nos corredores da Gávea.

“Com certeza eu fui vítima de uma guerra política. Falaram que era parte financeira, e não foi. Eles têm essa guerra, eu não sabia também. Não sabia que chegava a esse ponto. Eu paguei o pato, fiquei 35 dias em casa “cozinhando” esperando tomarem uma decisão. Essas pessoas tinham que ficar ligadas nas atribuições delas, as finanças, comunicação… Não tenho que pagar essa conta. Fui usado nessa guerra”, disparou o atleta.

Mas a versão é absolutamente questionada pelo vice de relações externas do clube, Luiz Eduardo Baptista, o BAP. Em entrevista ao canal “Debate Rubro Negro”, o dirigente reforçou que a “não” contratação foi por respeito ao orçamento e que, “esportivamente”, também gostaria da volta de Rafinha.

“Essa tentativa de se criar uma narrativa diferente visa esconder a realidade. A pandemia afetou de maneira dramática, já é uma realidade. Fizemos o orçamento com premissas desafiadoras, todos no clube sabem. Não podemos assumir novos compromissos. Esportivamente, o Rafinha é uma unanimidade no Flamengo. Quem não ia querer? O que ele entende ter sido a razão para ele não jogar no Flamengo não é a realidade. A própria nota oficial do Flamengo diz isso”, disse BAP, antes de terminar:

“Sobre minha relação com Marcos Braz, ela no dia a dia é boa. Não concordamos com tudo. Esportivamente, sou a favor da contratação do Rafinha, mas hoje não temos condições. A quem interessa essa divisão? Tem que perguntar a quem cria esse tipo de versão para fazer uma cortina de fumaça para esconder a realidade disse o vice de relações externas e membro do conselho do futebol”.

Aos 35 anos de idade, Rafinha está sem clube desde que deixou o Olympiacos, da Grécia. No Grêmio, o seu veto partiu do presidente Romildo Bolzan Jr, já que o técnico Renato Portaluppi era um entusiasta da sua contratação.

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