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Após eliminação, Fluminense adota “política do silêncio”

Há, aproximadamente, 36 horas que não se é divulgada qualquer posicionamento oficial da diretoria nem sobre os preparativos para jogo contra o Coritiba

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Tudo quieto nas Laranjeiras. Aproximadamente 36 horas depois da eliminação na Copa do Brasil, ocorrida na última quinta com a derrota de 3 a 1 para o Atlético-GO, em Goiânia, o Fluminense adotou a política do silêncio.

Até o momento, não foi divulgado qualquer tipo de posicionamento da diretoria quanto ao restante da temporada, nem sobre a programação para a partida da segunda-feira que vem, às 20 horas (de Brasília), no Nilton Santos, diante do Coritiba, válida pela 12° rodada do Campeonato Brasileiro.

Diante da postura adotada pela cúpula tricolor, segue a incerteza sobre a permanência ou não de Odair Hellmann. Nos bastidores, porém, existe uma certeza de que apesar das críticas ferozes por parte da torcida e de alguns membros do Conselho, o treinador seguirá normalmente.

Dentro de campo, a dúvida é saber qual se Muriel será barrado para a entrada de Marcos Felipe e se Fred, recuperado de Coronavírus, ganhará a vaga no ataque.

Eleito em junho do ano passado como a esperança para a volta do Fluminense vencedor, Mário Bittencourt até começou tendo o apoio da torcida, especialmente após promover o retorno do ídolo Fred. No decorrer do tempo, porém, algumas atitudes e declarações do presidente causaram uma forte decepção em grande parte da massa tricolor, sintetizada, recentemente, no programa Sócio-Futebol, que, depois de uma explosão no número de novos inscritos, teve, em setembro, uma forte redução. Na sexta, por exemplo, o clube perdeu mais de 600 associados e, inclusive, existe a possibilidade de mais cancelamentos ao longo dos próximos dias.

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