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Alexandre Mattos explica venda de Luan Cândido

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Eu não quero vender menino da base, eu odeio isso. O Palmeiras, tradicionalmente, não tinha um projeto de excelência de base há muitos, muitos, muitos anos e, talvez, até mesmo de sua história. Nós estamos fazendo esse projeto com muito carinho, jogar ou não é questão técnica. As comissões técnicas estão lá dia a dia observando mesmo para ver se o menino está pronto, não está, se é o momento ou não não é o momento, se vamos emprestar. Então, assim, longe de querer vender o Luan, mas a gente tem que ter escolhas aqui dentro”, disse Mattos.

“Quando vende (garotos da base), parte o coração, mas não vamos banalizar o valor, que é um valor que representa o Palmeiras hoje no exterior, que também era uma premissa de projeto lá de trás. O Palmeiras não vendia com essa capacidade financeira. É a terceira maior venda da história do Palmeiras e nós temos que entender isso”, continuou Mattos em outro momento da zona mista.

O diretor de futebol do Verdão ainda lembrou que o clube deixou “amarrado” no contrato de venda situações onde poderá lucrar ainda mais com o negócio no futuro e revelou que o Palmeiras trabalha pesado para quitar as dívidas.

“(A venda) pode ser ainda muito maior, nós vamos ficar com outras situações. O Palmeiras manteve todo seu elenco, e isso custa. São jogadores na sua plenitude, não são jogadores em fim de carreira. E é uma premissa do presidente Maurício Galiotte: o Palmeiras está pagando e zerando as suas dívidas, só neste ano nós temos R$ 65 milhões executados, fora os R$ 44 milhões lá do Wesley (ex-jogador do clube) que nós vamos ter que pagar ainda neste ano. Nós estamos falando em mais de R$ 100 milhões”, completou

Gustavo

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